Ao vivo em Washington.
Sunday, May 24, 2009
Sunday, May 17, 2009
No jogo de beisebol
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Voto distrital - no Jayme Copstein de sábado
O colunista Jayme Copstein, que mantém coluna diária no Jornal O Sul, publicou ontem no seu espaço minha opinião, na íntegra, sobre o voto distrital que deixei no seu site.
Espero que esqueçam de uma vez de implementar o sistema de voto em lista... MvH
Voto distrital
Por Jayme Copstein (disponível em http://www.jaymecopstein.com.br/content/Default.asp?acao=CC&secId=1&ediId=277&calendario=17/5/2009&cntId=1596#1596 e publicado na edição de sábado do Jornal O Sul)
Diversos leitores honram a coluna com sua opinião no debate aqui colocado sobre a oportunidade de se adotar o voto distrital para corrigir a perversão política que infecta o Brasil, o voto proporcional, permissivo da corrupção por tirar do eleitor o poder de fiscalizar seus representantes.
Marcel van Hattem é bacharel em Relações Internacionais e especialista em Democracia Constitucional. Frequenta este espaço com alguma assiduidade. Atualmente, se encontra nos Estados Unidos, participando de programa do Latin American Board. Visitou recentemente o Congresso norte-americano e relata as suas impressões:
"Fico feliz com a repercussão do assunto voto distrital nesta coluna. Sempre fui favorável ao voto distrital, principalmente o distrital misto a princípio. Hoje, confesso que já estou mais inclinado ao puro mesmo. Nesta semana, visitei o Congresso americano e conversei pessoalmente com o deputado Lincoln Diaz-Balart. O orgulho do homem de dizer que estava há 18 anos como deputado e isso significava que ele trabalhava bem e que ser reeleito aqui era sinônimo de estar correspondendo aos anseios da população, me chamou muito atenção. Ele chegou ao cúmulo (isso pensei enquanto ele falava com a gente) de dizer que não conhece outro sistema no mundo em que o deputado seja um ombudsman para o eleitor como nos EUA.
Depois, quando voltei pra casa e pensei que o deputado não estava tão errado assim. Sim, exageramos muitas vezes e queremos copiar demais o que os gringos fazem nos Estados Unidos. Temos outra formação histórica, outra cultura, mas o princípio da política é o mesmo em qualquer lugar. A democracia representativa é feita de representação. E representação popular, não de entidades, não de classes, não puramente de ideologia. E nesse ponto, não tem nada que represente melhor o eleitor, o povo, uma comunidade, do que um deputado distrital.
Mesmo, sendo um deputado distrital, esse mesmo deputado – Lincoln Diaz-Balart – discutiu conosco temas nacionais e internacionais (!). Ou seja, ser vereador federal não é problema – é bom! Precisamos de gente em Brasília que se preocupe com a gente, nas cidades!
A função política em Brasília acaba empurrando-os também a discutir política nacional, bem como a Constituição e os outros Poderes. O que falta, é discutir o problema do cidadão. E sem responsabilização perante o cidadão, sem voto distrital, isso se torna impossível. Com lista fechada, pior ainda. Aí, sim, vão mandar as corporações, que vão querer ter os seus indicados no topo das listas, e o dinheiro, tanto das corporações como dos financiadores da campanha dos candidatos, pois ninguém sem recurso pra fazer campanha vai encabeçar uma lista. Impossível".
A propósito
Por que o deputado Fernando Marroni propõe plebiscito para "oferecer" a Lula um terceiro mandato, não o faz também em relação ao voto distrital? Por que ele aceita, sem discutir, que Zé Sarney, Jader Barbalho, Renan Calheiros e outras reservas morais da Nação empurrem garganta abaixo do povo brasileiro, o voto de lista, que tira do eleitor o direito de ao menos indicar quem deseja ver eleito para a Câmara Federal? É uma contradição insanável.
Espero que esqueçam de uma vez de implementar o sistema de voto em lista... MvH
Voto distrital
Por Jayme Copstein (disponível em http://www.jaymecopstein.com.br/content/Default.asp?acao=CC&secId=1&ediId=277&calendario=17/5/2009&cntId=1596#1596 e publicado na edição de sábado do Jornal O Sul)
Diversos leitores honram a coluna com sua opinião no debate aqui colocado sobre a oportunidade de se adotar o voto distrital para corrigir a perversão política que infecta o Brasil, o voto proporcional, permissivo da corrupção por tirar do eleitor o poder de fiscalizar seus representantes.
Marcel van Hattem é bacharel em Relações Internacionais e especialista em Democracia Constitucional. Frequenta este espaço com alguma assiduidade. Atualmente, se encontra nos Estados Unidos, participando de programa do Latin American Board. Visitou recentemente o Congresso norte-americano e relata as suas impressões:
"Fico feliz com a repercussão do assunto voto distrital nesta coluna. Sempre fui favorável ao voto distrital, principalmente o distrital misto a princípio. Hoje, confesso que já estou mais inclinado ao puro mesmo. Nesta semana, visitei o Congresso americano e conversei pessoalmente com o deputado Lincoln Diaz-Balart. O orgulho do homem de dizer que estava há 18 anos como deputado e isso significava que ele trabalhava bem e que ser reeleito aqui era sinônimo de estar correspondendo aos anseios da população, me chamou muito atenção. Ele chegou ao cúmulo (isso pensei enquanto ele falava com a gente) de dizer que não conhece outro sistema no mundo em que o deputado seja um ombudsman para o eleitor como nos EUA.
Depois, quando voltei pra casa e pensei que o deputado não estava tão errado assim. Sim, exageramos muitas vezes e queremos copiar demais o que os gringos fazem nos Estados Unidos. Temos outra formação histórica, outra cultura, mas o princípio da política é o mesmo em qualquer lugar. A democracia representativa é feita de representação. E representação popular, não de entidades, não de classes, não puramente de ideologia. E nesse ponto, não tem nada que represente melhor o eleitor, o povo, uma comunidade, do que um deputado distrital.
Mesmo, sendo um deputado distrital, esse mesmo deputado – Lincoln Diaz-Balart – discutiu conosco temas nacionais e internacionais (!). Ou seja, ser vereador federal não é problema – é bom! Precisamos de gente em Brasília que se preocupe com a gente, nas cidades!
A função política em Brasília acaba empurrando-os também a discutir política nacional, bem como a Constituição e os outros Poderes. O que falta, é discutir o problema do cidadão. E sem responsabilização perante o cidadão, sem voto distrital, isso se torna impossível. Com lista fechada, pior ainda. Aí, sim, vão mandar as corporações, que vão querer ter os seus indicados no topo das listas, e o dinheiro, tanto das corporações como dos financiadores da campanha dos candidatos, pois ninguém sem recurso pra fazer campanha vai encabeçar uma lista. Impossível".
A propósito
Por que o deputado Fernando Marroni propõe plebiscito para "oferecer" a Lula um terceiro mandato, não o faz também em relação ao voto distrital? Por que ele aceita, sem discutir, que Zé Sarney, Jader Barbalho, Renan Calheiros e outras reservas morais da Nação empurrem garganta abaixo do povo brasileiro, o voto de lista, que tira do eleitor o direito de ao menos indicar quem deseja ver eleito para a Câmara Federal? É uma contradição insanável.
Saturday, May 16, 2009
A um clique de distância
Estou voltando de Nova Iorque - onde tivemos hoje um Brunch com a família Ling - para Washington... e blogando de dentro do ônibus. De tudo o que
estou aproveitando nesta experiência no exterior, sem dúvida uma das coisas
que mais vai me marcar é a utilização da tecnologia. No Brasil eu já tinha, havia pouco mais de um ano, um plano de dados no meu celular, que usava para
baixar emails, acessar a internet, usar o messenger e fazer chamadas pelo skype.
Aqui, porém, o meu aproveitamento dos diversos recursos à disposição aumentou exponencialmente. Além das aulas que tivemos na universidade sobre o assunto, o ambiente é totalmente propício por aqui para a exploração de novas tecnologias. Meu site, agora definitivamente no ar, interliga a maior parte das mídias sociais que utilizo. Meu Flickr recebe fotos que mando diretamente do meu celular, com título e descrição, e transforma automaticamente em post no meu blog, sem precisar entrar com login e senha ou sequer abrir um laptop.
No ônibus, posso utilizar a internet no meu laptop a viagem toda porque o veículo tem *wireless *grátis (a passagem custou US$ 19,00) - só não vou poder ficar conectado as quatro horas porque este ônibus em particular não tem tomadas para recarregar a bateria do laptop (os mais novos têm tomadas em cada banco). Enfim, a utilização da tecnologia e da internet quebra barreiras diariamente e, aproveitando o tempo que tenho às noites e nas madrugadas, muitas vezes exploro novas ferramentas que posso utilizar para *blogar*, *flickar*, *twittar e facebookear* com mais efetividade.
Cada vez menos somos incógnitos para o mundo. E cada vez mais depende apenas de nós tomarmos atitude e postar aquilo que queremos dizer e defender, afinal, comunicar-se, hoje, está a apenas um clique de distância
estou aproveitando nesta experiência no exterior, sem dúvida uma das coisas
que mais vai me marcar é a utilização da tecnologia. No Brasil eu já tinha, havia pouco mais de um ano, um plano de dados no meu celular, que usava para
baixar emails, acessar a internet, usar o messenger e fazer chamadas pelo skype.
Aqui, porém, o meu aproveitamento dos diversos recursos à disposição aumentou exponencialmente. Além das aulas que tivemos na universidade sobre o assunto, o ambiente é totalmente propício por aqui para a exploração de novas tecnologias. Meu site, agora definitivamente no ar, interliga a maior parte das mídias sociais que utilizo. Meu Flickr recebe fotos que mando diretamente do meu celular, com título e descrição, e transforma automaticamente em post no meu blog, sem precisar entrar com login e senha ou sequer abrir um laptop.
No ônibus, posso utilizar a internet no meu laptop a viagem toda porque o veículo tem *wireless *grátis (a passagem custou US$ 19,00) - só não vou poder ficar conectado as quatro horas porque este ônibus em particular não tem tomadas para recarregar a bateria do laptop (os mais novos têm tomadas em cada banco). Enfim, a utilização da tecnologia e da internet quebra barreiras diariamente e, aproveitando o tempo que tenho às noites e nas madrugadas, muitas vezes exploro novas ferramentas que posso utilizar para *blogar*, *flickar*, *twittar e facebookear* com mais efetividade.
Cada vez menos somos incógnitos para o mundo. E cada vez mais depende apenas de nós tomarmos atitude e postar aquilo que queremos dizer e defender, afinal, comunicar-se, hoje, está a apenas um clique de distância
Friday, May 15, 2009
Encontro com Luis Alberto Moreno
Em vídeo, minha pergunta a Luis Alberto Moreno, presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento sobre energias renováveis e sobre o tamanho do Estado na América Latina. Perguntou se era paulista. Não sou. Sou gaúcho, de Dois Irmãos. E o presidente do BID agora sabe.
Thursday, May 14, 2009
Apresentação do BID
Apresentação do BID
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Esperando pelo presidente do BID
O encontro especial de hoje organizado pela Georgetown é com presidente do BID, Luís Alberto Moreno. Estamos esperando ansiosos sua chegada.
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